"Quanto custa registrar uma marca?" é provavelmente a primeira pergunta de quem decide proteger o nome do negócio. A resposta honesta é: depende de algumas escolhas — mas dá para entender cada parte com clareza. Vamos abrir a conta inteira.
As duas partes do custo
O valor total de um registro de marca tem dois componentes:
- As taxas do INPI — pagas ao governo, em dois momentos.
- Os honorários — o trabalho de quem faz a pesquisa, monta o pedido e acompanha o processo.
Quem entende essa divisão não cai em propaganda enganosa de "registro por R$ 99", que quase sempre esconde a taxa de concessão, a pesquisa ou o acompanhamento.
Parte 1: as taxas do INPI
As taxas oficiais aparecem em dois momentos do processo:
- Taxa de depósito: paga no início, para protocolar o pedido.
- Taxa de concessão: paga no fim, quando a marca é aprovada, para emitir o certificado (válido por 10 anos).
O ponto importante: existe uma taxa reduzida. Têm direito a ela pessoas físicas, MEI, microempresas, empresas de pequeno porte, cooperativas, instituições de ensino e pesquisa e entidades sem fins lucrativos. Na prática, a maioria dos pequenos negócios se enquadra — e paga, em geral, em torno de 40% do valor integral.
Os valores das taxas são reajustados periodicamente pelo INPI. Em vez de fixar um número que envelhece, vale confirmar a tabela vigente na hora do pedido. O que não muda é a lógica: depósito no começo, concessão no fim, com desconto para quem tem direito.
Cada categoria de produtos ou serviços adicional tem sua própria taxa. Por isso definir bem quantas categorias você realmente precisa impacta direto no custo — nem de menos (deixa brechas), nem de mais (gasta à toa).
Parte 2: os honorários
Aqui está a diferença entre "pagar uma taxa" e "registrar a marca com segurança". Os honorários cobrem o trabalho que evita prejuízo:
- Pesquisa de viabilidade: checar se o nome está livre, incluindo marcas parecidas que podem barrar o seu.
- Estratégia de categorias: escolher onde proteger, pensando no crescimento.
- Elaboração do pedido: preencher tudo certo — especificação, tipo de marca, logo dentro das regras.
- Acompanhamento: monitorar publicações, prazos e responder exigências por meses, até a concessão.
Esse último ponto é o mais subestimado. O processo dura mais de um ano, e perder um prazo de exigência derruba tudo. O acompanhamento é justamente o que você paga para não ter essa dor de cabeça.
O custo que ninguém calcula: o pedido negado
Existe um custo invisível que pesa mais que qualquer taxa: o do pedido indeferido.
Se você pula a pesquisa, paga a taxa de depósito e o INPI nega a marca por já existir uma parecida, você perde o valor pago (que não é reembolsável) e o tempo. Pior: se nesse meio-tempo você já investiu em embalagem, fachada, site e divulgação com aquele nome, o prejuízo se multiplica.
É por isso que a pesquisa bem feita não é um gasto — é o que protege todo o resto do investimento.
Como a HotMarcas cobra
Nossos planos são pensados para eliminar surpresa: as taxas do INPI já estão incluídas no valor, junto com a pesquisa, a elaboração e o acompanhamento. Sem letra miúda, sem cobrança extra no meio do caminho.
- Essencial — para quem precisa proteger uma categoria.
- Profissional — para quem vende em mais de uma frente (produto + serviço, por exemplo).
- Premium — para quem quer proteção ampla desde o início.
Todos com parcelamento em até 12 vezes e a garantia contratual: se o pedido for indeferido por uma falha dentro do nosso escopo (pesquisa, categoria ou especificação), protocolamos de novo sem cobrar honorários.
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Vale a pena registrar?
Pense no custo do registro contra o custo de não registrar: trocar de nome depois de anos, perder uma parceria por não ter a marca, ou ver um concorrente registrar o seu nome primeiro. Frente a isso, o registro é um dos investimentos de melhor retorno que um pequeno negócio pode fazer.
O primeiro passo não custa nada: faça a verificação gratuita da sua marca e descubra se o nome está disponível antes de gastar qualquer real.