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Quanto custa registrar uma marca no INPI em 2026?

Quanto custa registrar uma marca em 2026: taxas do INPI, valor com desconto para MEI e empresas, honorários e o custo total real. Sem letra miúda.

Calculadora e documentos representando os custos do registro de marca

Resposta rápida

O custo de registrar uma marca soma duas partes: a taxa do INPI, paga uma vez no depósito, e os honorários de quem elabora o pedido. Desde 20 de setembro de 2025 não há mais taxa de concessão: o certificado e os dez primeiros anos saem sem nova cobrança. Com o desconto para MEI, microempresa e pessoa física, as taxas oficiais ficam bem mais baixas. O risco maior não é o preço da taxa — é pagar e ter o pedido negado por erro de pesquisa.

"Quanto custa registrar uma marca?" é provavelmente a primeira pergunta de quem decide proteger o nome do negócio. A resposta honesta é: depende de algumas escolhas — mas dá para entender cada parte com clareza. Vamos abrir a conta inteira.

As duas partes do custo

O valor total de um registro de marca tem dois componentes:

  1. As taxas do INPI — pagas ao governo, em dois momentos.
  2. Os honorários — o trabalho de quem faz a pesquisa, monta o pedido e acompanha o processo.

Quem entende essa divisão não cai em propaganda enganosa de "registro por R$ 99", que quase sempre esconde a pesquisa, o acompanhamento ou a própria taxa oficial.

Parte 1: as taxas do INPI

A taxa oficial aparece em um único momento do processo:

  • Taxa de depósito: paga no início, para protocolar o pedido.

Até setembro de 2025 havia uma segunda cobrança no fim, para emitir o certificado. Ela não existe mais: desde 20 de setembro de 2025 o certificado e os dez primeiros anos de validade saem automaticamente, já incluídos no que foi pago no depósito.

O ponto importante: existe uma taxa reduzida. Têm direito a ela pessoas físicas, MEI, microempresas, empresas de pequeno porte, cooperativas, instituições de ensino e pesquisa e entidades sem fins lucrativos. Na prática, a maioria dos pequenos negócios se enquadra — e paga, em geral, em torno de 40% do valor integral.

Os valores das taxas são reajustados periodicamente pelo INPI. Em vez de fixar um número que envelhece, vale confirmar a tabela vigente na hora do pedido. O que não muda é a lógica: uma cobrança só, no começo, com desconto para quem tem direito.

Cada categoria de produtos ou serviços adicional tem sua própria taxa. Por isso definir bem quantas categorias você realmente precisa impacta direto no custo — nem de menos (deixa brechas), nem de mais (gasta à toa).

Parte 2: os honorários

Aqui está a diferença entre "pagar uma taxa" e "registrar a marca com segurança". Os honorários cobrem o trabalho que evita prejuízo:

  • Pesquisa de viabilidade: checar se o nome está livre, incluindo marcas parecidas que podem barrar o seu.
  • Estratégia de categorias: escolher onde proteger, pensando no crescimento.
  • Elaboração do pedido: preencher tudo certo — especificação, tipo de marca, logo dentro das regras.
  • Acompanhamento: monitorar publicações, prazos e responder exigências por meses, até a concessão.

Esse último ponto é o mais subestimado. O processo dura mais de um ano, e perder um prazo de exigência derruba tudo. O acompanhamento é justamente o que você paga para não ter essa dor de cabeça.

O custo que ninguém calcula: o pedido negado

Existe um custo invisível que pesa mais que qualquer taxa: o do pedido indeferido.

Se você pula a pesquisa, paga a taxa de depósito e o INPI nega a marca por já existir uma parecida, você perde o valor pago (que não é reembolsável) e o tempo. Pior: se nesse meio-tempo você já investiu em embalagem, fachada, site e divulgação com aquele nome, o prejuízo se multiplica.

É por isso que a pesquisa bem feita não é um gasto — é o que protege todo o resto do investimento.

Como a HotMarcas cobra

Nossos planos são pensados para eliminar surpresa: as taxas do INPI já estão incluídas no valor, junto com a pesquisa, a elaboração e o acompanhamento. Sem letra miúda, sem cobrança extra no meio do caminho.

  • Essencial — para quem precisa proteger uma categoria.
  • Profissional — para quem vende em mais de uma frente (produto + serviço, por exemplo).
  • Premium — para quem quer proteção ampla desde o início.

Todos com parcelamento em até 6 vezes sem juros no cartão.

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Vale a pena registrar?

Pense no custo do registro contra o custo de não registrar: trocar de nome depois de anos, perder uma parceria por não ter a marca, ou ver um concorrente registrar o seu nome primeiro. Frente a isso, o registro é um dos investimentos de melhor retorno que um pequeno negócio pode fazer.

O primeiro passo não custa nada: faça a verificação gratuita da sua marca e descubra se o nome está disponível antes de gastar qualquer real.

Perguntas frequentes

O que mais perguntam sobre este assunto

Quanto custa registrar uma marca por conta própria?

Pagando só a taxa do INPI, o custo fica na faixa de algumas centenas de reais no depósito, bem menos com o desconto para MEI e pessoa física — e não há nada a pagar no fim, porque a taxa de concessão foi extinta em setembro de 2025. Mas isso não inclui pesquisa de viabilidade nem acompanhamento, onde mora o risco de perder o valor pago.

MEI tem desconto para registrar marca?

Sim. MEI, microempresa, pessoa física, cooperativas e entidades sem fins lucrativos têm direito à taxa reduzida do INPI, em geral, em torno de 40% do valor integral. Os valores são definidos pelo INPI e reajustados periodicamente.

A taxa do INPI volta se a marca for negada?

Não. As taxas pagas ao INPI não são reembolsáveis, mesmo que o pedido seja indeferido. Por isso a pesquisa de viabilidade antes de pagar é tão importante.

Dá para parcelar o registro da marca?

As taxas do INPI são pagas via guia (GRU). Os honorários do serviço de assessoria costumam ser parcelados — nos nossos planos, em até 12 vezes.

Antes de registrar, veja se o nome está livre.

A consulta é gratuita e mostra se já existe marca igual ou parecida na base do INPI. Se quiser, um especialista revisa o resultado com você. A decisão final é sempre do INPI.

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